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Resposta direta

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Como proteger os dados de pacientes de uma clínica?

Comece por acesso restrito por função, autenticação multifator no prontuário e no e-mail, backup isolado com retenção de 20 anos e um plano escrito para incidente. Boa parte do risco está em senha reaproveitada e acesso mal configurado, e só o MFA reduz em 99,2% o risco de conta comprometida, segundo a Microsoft Research.

Controle de acesso por função

Nem toda a equipe precisa ver todo o histórico clínico. Defina o que recepção, financeiro e corpo clínico acessam, revise as permissões quando alguém sai e acabe com conta compartilhada. Cada acesso tem de ser rastreável a uma pessoa, que é o que a trilha de auditoria dos sistemas certificados CFM/SBIS registra.

Autenticação e dispositivos

MFA no sistema de prontuário e no e-mail da clínica. Computador e tablet da recepção e do consultório com senha, bloqueio automático e criptografia de disco, principalmente os que saem da clínica. Wi-Fi de pacientes separado da rede em que ficam os computadores da equipe.

Backup e resposta a incidentes

Backup isolado do sistema principal, com retenção compatível com os 20 anos de guarda da Resolução CFM nº 1.821/2007, e um plano simples: quem é avisado, o que se isola e como o atendimento continua se o prontuário ficar fora do ar. Se o incidente expuser dado de paciente com risco relevante, a comunicação à ANPD tem prazo de três dias úteis.

Fontes

Próximos passos úteis

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